Meaningful life and death: Suicide and Assisted suicide (eutheanasia)

A eutanásia no Brasil é, atualmente, um ato ilegal e considerado um crime. Há diversos tabus que cercam essa temática, e isso ocorre por motivos que vão além do conservadorismo predominante do país em que vivemos, mas que também envolve a falta de conhecimento da população diante do assunto. Discutir sobre essa questão envolve diversos ramos da ciência, como: Psicologia, Sociologia, Enfermagem, Bioética, Biodireito e Direito.

O conceito de eutanásia pode ser descrito como “abreviar a dor e o sofrimento daquele que sofre de uma patologia incurável, ou seja, sem perspectiva de cura, e que não tem mais expectativa de viver”. É dividida em quatro ramos: eutanásia involuntária, onde o paciente não é consultado na tomada de decisão; eutanásia não-voluntária, onde a pessoa não tem capacidade para anunciar sua decisão; eutanásia passiva voluntária, onde há retenção ou retirada do tratamento a pedido da pessoa; e eutanásia ativa voluntária, onde há administração ativa de um agente que leva à morte.

Acredito que o paciente deve ser visto como um ser biopsicossocial, e isso diz respeito à considerar muito além de sua condição física ou prognóstico, mas também seus sentimentos, sua autonomia e sua integridade psicológica. Dessa forma, considero relevante discutir sobre essa temática, assim como a busca por uma política coerente com a situação atual do país. Para isso, é importante saber diferenciar os tipos de eutanásia e compreender como se construiu o processo histórico deste ato, assim como conhecer e analisar o que vêm ocorrendo em outros países que adotaram essa prática, como Holanda e Bélgica.

De acordo com Duarte (2014), “a temática da eutanásia deveria ser integrada como disciplina nas faculdades de saúde de todo o país. Os estudantes quando deixarem o processo de aprendizado e entrarem no campo de trabalho, como profissionais, lidarão com o processo da morte cotidianamente, e devem entender esse, como algo natural da vida. E que existem outros direitos que podem ser superiores ao direito da vida”.

Referência: DUARTE, Gleidson de Medeiros. Eutanásia: Perspectivas dos profissionais das áreas da Saúde e do Direito. 2014. 73 f. TCC (Graduação) – Curso de Saúde Coletiva, Universidade de Brasília, Brasília, 2014. Disponível em: <http://bdm.unb.br/bitstream/10483/9419/1/2014_GleidsondeMedeirosDuarte.pdf&gt;. Acesso em: 7 Maio. 2017.

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